A noite de quinta-feira, 26 de março de 2026, trouxe a público a voz de quem mais sofre com a exposição mediática fora da Malveira: a família de Ariana Miranda.
Em declarações exclusivas à revista TV7 Dias, o pai da concorrente, Carlos Miranda, quebrou o silêncio para manifestar a sua profunda indignação e tristeza com o rumo dos acontecimentos no Secret Story 10, lançando críticas diretas à postura de Diogo Maia, que acusou de falta de caráter ao afirmar que o futebolista “devia ser mais homem”.
Visivelmente afetado pelas imagens dos “amassos” e da intimidade debaixo dos lençóis, o progenitor confessou que “custa ver” a filha envolvida num triângulo amoroso tão tóxico e exposto a todo o país. A dor de Carlos Miranda é de tal ordem que admitiu o desejo de ver Ariana abandonar o reality show o mais rapidamente possível, de forma a preservar a sua imagem e sanidade mental perante a onda de choque que a relação com o namorado de Eva Pais provocou na opinião pública.
Apesar do mediatismo negativo, os pais de Ariana mantêm-se como o seu último reduto de defesa. Embora o país discuta os detalhes dos beijos diários e dos toques físicos confessados por Diogo, a família de Baião acredita piamente que a filha não ultrapassou os limites da decência e que “não aconteceu nada mais íntimo” do que o estritamente necessário para o jogo. Esta convicção serve de escudo contra a crescente pressão e as mensagens de ódio que têm inundado as redes sociais dos familiares nos últimos dias.
Este desabafo da família Miranda surge num momento crítico, coincidindo com o apoio público de Bruno Savate a Eva e as acusações de encenação feitas por Inês Morais. Com o pai de Ariana a pedir a sua saída e o público dividido entre a condenação ética e a curiosidade mórbida, o destino da comissária de bordo na casa parece estar agora pendurado por um fio, dependendo da sua capacidade de inverter a narrativa de “vilã” na próxima gala de domingo.